Nunca escondi o quanto gosto de coisas exóticas, que vai contra o comum, o
formatado. Algo que seja diferente, mas que ainda assim não perca o encanto, o
brilho, a intensidade nos atos e a confiança nas ações. E agora, com toda
sinceridade possível, confesso meu segredo. Ex-segredo. O que era meu, agora
nosso será. Como uma linha tênue, uma marca de nascença, tem algo em mim que me
descreve e me persegue. Uns chamam de doença, eu chamo de qualidade, de escolha,
de sorte. Dedo da sorte. O que eu tenho na verdade é algo denominado como
"sapiossexual". E antes especulem, indaguem, eu adianto," NÃO! Eu não tenho
atrações sexuais por sapos, por mais que brevemente eles virem príncipes. "
O que eu tenho na verdade é algo que estava adormecido, mas aos poucos resolveu alastrar-se como se quisesse me proporcionar os últimos dias de vida, felizes e prazerosos. Aos poucos eu parei de enxergar com os olhos e comecei a observar com a mente. E com isso descobri que tenho uma atração louca por inteligencia. Não me venha falar que seu carro é 0, que seu relógio é de ouro e que você trabalha com um instrumento poderoso. Mas me fale sobre os problemas do mundo, me mostre que você não é um pseudo-revolucionário, me conte sobre o último livro que leu e aquele que você está louco pra ler, viaje comigo falando sobre filosofia. Não precisa filosofar, basta viajar.
O que me encanta na verdade é a inteligencia, as varias viagens feitas sem mesmo sair do quarto (com o livro nas mãos), me atrai, me instiga e me convence uma mochila pesada, cheia, com uma bagagem de ouro. Uma bagagem cultural.
Me chama a atenção chegar, sentar, cruzar as pernas e se deliciar com o livro. Me chama a atenção o intelecto, a inteligencia e a visão de mundo benéfica. Me chama atenção. Me tira a atenção. Me invade, me anima.
O que eu tenho na verdade é algo que estava adormecido, mas aos poucos resolveu alastrar-se como se quisesse me proporcionar os últimos dias de vida, felizes e prazerosos. Aos poucos eu parei de enxergar com os olhos e comecei a observar com a mente. E com isso descobri que tenho uma atração louca por inteligencia. Não me venha falar que seu carro é 0, que seu relógio é de ouro e que você trabalha com um instrumento poderoso. Mas me fale sobre os problemas do mundo, me mostre que você não é um pseudo-revolucionário, me conte sobre o último livro que leu e aquele que você está louco pra ler, viaje comigo falando sobre filosofia. Não precisa filosofar, basta viajar.
O que me encanta na verdade é a inteligencia, as varias viagens feitas sem mesmo sair do quarto (com o livro nas mãos), me atrai, me instiga e me convence uma mochila pesada, cheia, com uma bagagem de ouro. Uma bagagem cultural.
Me chama a atenção chegar, sentar, cruzar as pernas e se deliciar com o livro. Me chama a atenção o intelecto, a inteligencia e a visão de mundo benéfica. Me chama atenção. Me tira a atenção. Me invade, me anima.
Por: Ana Terra Araújo - Graduanda do Curso de Ciencias Sociais da UNEB
Sou eu!!!
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